RESULTADOS PRÁTICOS:
" Aqui travei o primeiro contato com um
tesouro inestimável, e também com esta ferramenta única
que é a meditação. Estes presentes, a dádiva
do Dharma, são insuperáveis. Sou e serei sempre grato
ao Instituto Mahayana!"
Ricardo Carrano - Empresário (2001)
"Procurei o Instituto Mahayana porque queria
me familiarizar com a prática da meditação, mas
quando cheguei percebi que a proposta do Wilson era muito maior do
que ensinar a técnica de meditação, era realmente
prestar ensinamentos práticos, utilizando-os como um grande
veículo, proporcionando uma vivência e começarmos
a inserir esses ensinamentos na nossa vida cotidiana. Então
comecei a participar das atividades oferecidas, práticas, leituras,
palestras e workshops desde seu início em Itaipu. Os retiros
são fundamentais para solidificarmos os ensinamentos, através
da convivência dos outros praticantes, num final de semana onde
fazemos leituras de textos auspiciosos e finalizando com as práticas.
É uma das atividades que mais gosto de realizar, e são
os momentos que vivencio de forma intensa e com grandes benefícios,
de corpo, fala e mente.
Já em Icaraí, a estrutura foi se ampliando, incluindo
cursos , separado por níveis, onde podemos ver cada ensinamento
passo a passo e praticá-los, fui dando seguimento a minha caminhada.
Aos poucos fui percebendo que esses ensinamentos estavam fazendo sentido
e tinham uma grande importância na minha vida, e cada vez mais
tendo a certeza de que esse é o meu caminho. Descobri mais
uma forma de auto-conhecimento, e que eu podia me beneficiar e que
conseqüentemente estaria beneficiando os outros também.
A cada mergulho em flash, pude conhecer os meus limites, os limites
dos outros, ser mais tolerante, mais generosa, ter calma, confiança
e tranqüilidade para poder solucionar os problemas, fato que
ainda aprendo a cada dia. Usar todos os “antídotos”
que as práticas nos oferecem. Descobrir que a felicidade é
algo pessoal e intransferível, me fez enxergar um outro horizonte
da vida, saber também que somos responsáveis por tudo
que acontece com a gente também me faz ter uma maior responsabilidade
pelos meus atos e o quê eu posso colher daquilo que semear.
Só tenho a agradecer por essa oportunidade, fazer parte do
Instituto, mesmo às vezes estando distante, nunca perco o contato
com Wilson, que é para mim um mestre, que com sua generosidade
e paciência, se dedica à formar um grupo unido, para
que possamos caminhar juntos.
OBRIGADA!"
Daniela Gatti Monteiro - Personal trainer (2003)
"Como iniciante da prática de meditação,
sinto que esta é uma maneira de "CLAREAR" a minha
mente conseguindo, com bastante serenidade, identificar atitudes que
me prejudicam. Não está sendo fácil tentar modificar
meu comportamento mas o pouco que consegui foi e está sendo
muito gratificante."
Rosanne Alvarez Rodriguez - Autônoma (2003)
"Em primeiro lugar lhe desejo um maravilhoso
2004, cheio de paz, amor e alegria. Iniciei com o Yoga em 2001. Ele
me encantou tanto, que nunca mais deixei de praticá-lo. Posso
dizer que a prática melhorou minha vida em todas as áreas,
me trazendo saúde física e mental e desenvolvimento
espiritual. Esta experiência e o despertar do interesse pelo
budismo, que se iniciou com a leitura de livros do Dalai Lama, me
trouxeram ao Instituto Mahayana. Os estudos e a prática da
meditação deram mais sentido e aprofundaram a vivência
do Yoga. Os benefícios são incontáveis, mas creio
que as quatro meditações ilimitadas resumem bem tudo
de bom que este caminho nos traz: mais amor, alegria, compaixão
e equanimidade nas nossas vidas. Beijos com carinho e até segunda!"
Claudia Barbosa Santos - Professora (2003)
Depoimento sobre o VI Retiro:
"Prezado Wilson
Gostaria de parabenizá-lo pelo retiro realizado em Outubro
passado, foram momentos de muita paz e tranquilidade, em um local
extremamente maravilhoso, com uma organização perfeita
e um conteúdo programático muito bem escolhido.
Confesso que sendo meu primeiro retiro não tinha muitas espectativas
do que teria de benéfico pela frente. Somente após o
retiro terminar, tive uma verdadeira noção do que realmente
havia acontecido. Estava em paz comigo mesmo e creio que em decorrência
disso com tudo e todos. O dia a dia atual nos impede de ver-mos o
quanto precisamos destes raros momentos de encontro conosco mesmo,
para calmamente poder analizar os caminhos de nossas vidas.
Mais uma vez parabéns pelo Retiro e pode me reservar uma vaga
para o próximo em Janeiro.
Forte abraço.'
Depoimento sobre o Curso de Meditação:
'Prezado Wilson
Gostaria de parabenizá-lo pelo curso de formação
que fiz no Instituto, realmente atendeu ótimamente minhas expectativas
de completo leigo. Por atuais motivos de horário infelizmente
não posso frequentar assíduamente as práticas
semanais, mas quanto as práticas extras ou retiros, peço
que me avise com antecedência para poder comparecer.
Gostaria se possível de sugerir uma expansão das práticas
aos sábados, que tal?
Abraços, Saúde e Paz.'
Murilo Cabral de Miranda - Autônomo (2003)
"Iniciei a prática de yoga a 2 anos,
o que fez com que me fortalecesse fisicamente e acendesse uma luzinha
em meu interior, no entanto parecia que algo estava faltando, foi
quando resolvi procurar a
meditação e conheci o Instituto Mahayana, assim realizei
o Programa completo, no qual pude passar a entender um pouco mais
sobre o caminho que estou começando a trilhar.
Tenho reparado que quando faço as práticas no Instituto
consigo realizá-las bem apesar do desconforto de ficar muito
tempo na mesma posição, e por duas vezes em que cheguei
lá com forte dor de cabeça tive a sensação,
durante as práticas, que minha cabeça ficava anestesiada
e quando saí de não sentia mais a dor, ou seja até
agora nesse segundo mês em que estou praticando só pude
perceber benefícios.
Sei que é um caminho com muitas coisas a aprender, e que pode
ser longo, mas o bem estar que ele me proporcionará ( e já
está proporcionando) também será!"
Simone Pessanha Ramos - Engenheira Sanitarista (2004)
"Com a meditação e, principalmente
ao realizar o Módulo da Meditação, me dei conta
do que fazia às outras pessoas quando emitia sentimentos negativos
e os alimentava... percebi que fazia mal a mim mesma e com isso resolvi
um problema de relacionamento no trabalho ao me desligar da necessidade
de alimentar o negativo mentalmente... O que me atraiu no Instituto
Mahayana é o "não proselitismo de sua direção",
não há insistência para ficar e se tornar budista,
por isso já estou há quase um ano.... A meditação
e a filosofia de vida me sensibilizaram para minha responsabilidade
com todos os seres, o que faço a mim faço a todos...
somos interdependentes e não existimos "inerentemente"
...somos um só."
Maria Aglae Pereira Lima - Analista Judiciário (2004)
'O meu interesse no budismo é o de vivenciar
a sua estética no nível do pensamento. O Instituto Mahayana
é um lugar apropriado para este propósito. O Wilson
é uma pessoa que acredita, conhece e gosta do que faz com dedicação
e entusiasmo. Isto propicia, aos iniciantes, oportunidades de conhecer
o budismo e as técnicas da meditação e da ioga
tibetana.'
Roberto Rodrigues Coelho - Pesquisador, D Sc (2004)
'Depois de muita busca, encontrei o Instituto
Mahayana. Agora, acredito cada vez mais que dependendo de nossas ações,
criamos um mundo melhor, cheio de amor e esperança; acredito
que mente e coração trabalham juntos na busca do conhecimento
e que quem se harmoniza com as leis da vida encontra, a todo instante,
motivo para viver feliz e contente. "VIVAM."'
Cláudia Sacramento - Empresária (2004)
'Estou freqüentando o Institudo há
1 ano e são inúmeros benefícios que tenho recebido.
Gostaria de agradecer ao instrutor Wilson pela sua imensa dedicação
em transmitir seus nobres conhecimentos. Há mais de vinte anos
em função de minha profissão desenvolvi muito
meu auto-conhecimento e os cursos que venho fazendo no Instituto me
ajudam muito a organizar, não de uma forma intelectual, mas
sim de uma maneira de interação do conhecimento com
a prática.
A meditação junto aos conhecimentos do Budismo Tibetano,
são para mim, indispensável para minha vida. São
nesses momentos que equilibro minhas emoções e com isso,
cada vez mais, desenvolvo uma consciência mais ampla do sentido
da vida...'
Maria de Fátima Bittencourt - Psicóloga (2005)
'Tendo participado por um ano destes cinco,
com boas lembranças, marcas e sensações que permanecem,
eu e Patricia gostariamos de agradecer o carinho e a boa intenção
do Instituto na figura do venerável Wilson.
Parabéns.'
Patricia e Gonçalo Guerra - Nutricionista e Programador Visual
(2005)
'No pequeno espeço de tempo que tive
a oportunidade de conhecer a cultura budista tibetana, pude observar
que mediante um método próprio, leva os sers humanos
a um conhecimento de desenvolvimento das mentes (tudo acontece na
mente). Mediante ensinamentos e meditações que nos leva
a praticá-los, aos poucos passamos a compreender as causas
que nos levam ao sofrimento ou que nos trazem a felicidade, tranquilidade,
paz e alegria mediante a estados mentais mais elevados e uma evolução
espiritual sem sofrimento. Por toda esta compreensão do método
oferecido pelo Instituto Mahayana, é que me tem levado a uma
afinidade não só com os ensinamentos como com todo ambiente
de práticas e de pessoas que lá frequentam. Para mim,
o curso "A Ciência da Meditação" foi
muito proveitoso, pretendendo continuar para poder alcançar
compreensões mais claras que venham em meu benefício
e a de outros seres.'
Alcy Nunes Leal - Aposentada (2005)
"Está sendo muito bom receber esses
ensinamentos que tanto têm me ajudado a encontrar um caminho,
uma diretriz para melhor entender à mim e ao mundo que me cerca.
Aprender e partilhar desses ensinamentos e descobertas, tem sido de
importância fundamental na minha busca pessoal."
José Netto - Músico (2005)
"Um bom amigo, que nos aponta os erros,
as imperfeições e reprova o mal , deve ser respeitado
como se nos tivesse revelado o segredo de um tesouro oculto."
SHAKYAMUNI
Através do Instituto Mahayana encontrei um Mestre, mais do
que isso, Um Bom Amigo. Ao Wilson Medeiros de Moura, todo o meu agradecimento.
Sonia Motta - Aposentada (2005)
"Refletindo
Ensinaram-me o Eu e, claro, o meu. Como conseqüência, assumi
a individualidade. Surgiram o egoísmo, a necessidade de possuir,
o desejo.
A partir do Eu, preciso do contraponto Você, Ele/a, Eles/as,
e estranhamente um Nós pouquíssimo vivenciado. É
que o Eu estabelece limites, é castrador de mim e, conseqüentemente,
dos outros. Começo então a construir fronteiras, mecanismos
de demarcação de território, proteções,
conceitos e preconceitos, porque Eu tem medo, tem raiva, tem inveja,
tem orgulho, tem apego, pensa no singular mesmo quando tem pelo outro
algum sentimento.
Que tal plurarizar? Ou a solução está em detonar
o Eu? Bem, isto seria perda de identidade, de referência, de
raiz. Será?
Observo a mim e ao que me cerca e constato a existência de uma
identidade própria em cada ser. Impossível acabar com
o Eu. Eu é fato! De fato existem características únicas
em cada ser senciente e não senciente. Laura é morena,
tem olhos castanhos, cabelos pretos, é alta e longilínea.
Marina é clara, cabelos louros, tem olhos verdes, é
mignon e rechonchuda. Meu cãozinho Yorkshire Amadeus, tem o
pelinho prata e Tico, Yorkshire da vizinha do 803, tem o pelo nigérrimo,
enquanto o Pablo, Pointer Inglês do meu filho Gustavo, é
de grande porte, pelagem branca e fígado. A praia de Geribá
e longa e faz uma curva suave, Ferradurinha é pequena e quase
se fecha, como uma ferradura. A rosa tem as pétalas sedosas,
espinhos no caule, a margarida tem as pétalas sem brilho e
não tem espinhos. Todos apresentam diferenças que ratificam
quão únicos são. E aqui citei apenas exemplos
que são visualmente perceptíveis, sequer mencionei as
digitais, o cheiro, os aspectos da personalidade e muitas coisas mais.
É o Eu existe! E se enfileiram o meu, o desejo, o medo, a ira...
Pobre Eu!
Onde está o Eu? Posso dizer que neste conjunto de características
ímpar: os traços físicos, genéticos, mentais,
emocionais. O Eu é um indivíduo.E aí aparecem
o cidadão, o filho, a mãe, o profissional, mais pontos
que traçam meu perfil único. Sou único, ímpar,
indivíduo, Eu.
Singular minha composição, mas a de cada um é.
Então, todo ser é separado dos outros, independente,
solitário, Eu. E lá vem tudo de novo, minha singularidade,
meus traços, minha personalidade, meus desejos, meus objetos,
meus sentimentos. Então, Eu tem medo , tem ciúme, tem
atrações e aversões, conflitos e confusões.
Coitadinho do Eu!
Quero ajudar o Eu! Não quero ouvir o choro, o sofrer do meu
Eu e nem dos demais Eus. Busco explicações, racionalizações,
verdades indubitáveis, religiões, filosofias e vou cada
vez mais me tornando alguém definível, com características
mais marcantes, mais singular, mais único, mais Eu, mais só.
Pobre Eu! Pior é que nas minhas buscas me aconchego na compaixão,
no perdão, no amor, na fraternidade, na alegria, mais apesar
das diferenças de cada linha filosófica ou religiosa
que eu trilhe, nelas está marcadamente presente o sofrimento
pelo qual passaram até os mais iluminados filósofos
como Cristo e Buda. Então faz parte do Eu o sofrimento. Pobre
Eu!
Vou começar tudo outra vez. Há de existir um jeito de
acabar com esta ligação do Eu com o sofrimento, da individualidade
com a dor. Quem sabe o sofrimento não está no Eu? Sem
Eu o sofrimento se extingue? É o Eu que constrói o sofrimento?
Também pode ser o sofrimento que gera o Eu. Pobre e sofrido
Eu, sendo o ovo ou a galinha nele sempre existe o sofrimento.
Dou rédeas ao meu intelecto, à minha vontade de desagregar
do Eu o sofrer, formulo novas hipóteses. Eu é singular
porque tem características únicas. Na verdade cada uma
destas características não existe unicamente num só
ser. Único é o conjunto, existindo apenas um de cada,
porém cada pedaço que o compõe existe em outros
seres e não os torna iguais. Consegui entender mais um pouquinho
e sentir que o Eu não é sozinho, porque partes da sua
composição estão presentes em cada um dos outros
Eus, logo, existem elos que tornam os Eus um Eu, e o Eu muitos Eus.
Entendendo esta presença minha no outros e dos outros em mim,
começo a me sentir Nós e a perceber todos os seres como
iguais. Isto me acalma, mas aprisiona! Elos! Onde está a saída?
Eu é sofrimento, Nós é prisão! A dor então
está no Eu e no Nós! Pobre Eu! Pobre Nós!
Tento mais uma vez. Eu, onde está? Como se define? Está
claro que o Eu tem como marca a identidade e marca a identidade. É
a mistura única de elementos comuns aos da mesma espécie
e de outros comuns em mais de uma espécie. Meu biotipo é
definido pela mistura genética dos meus pais e seus ancestrais,
assim como a dos meus irmãos, mas cada mistura tem mais um
pouco disto e menos daquilo, constituindo seres diferenciados apesar
das mesmas origens. Além disto temos as vidas passadas e os
condicionamentos que trazemos delas. Entram também os ambientes
social, cultural e econômico em que cresço, o conhecimento
que adquiro, as vivências e suas marcas. Tudo isto forma o Eu.
Então posso dizer de cada Eu por este conjunto de características
originais e adquiridas. Rosa é do sexo feminino, olhos castanhos,
1,60m, 59 quilos, pele clara, etc. Esta sou Eu. Não! Ao nascer
não tinha cabelo, não media 1,60m e nem pesava 59 quilos,
além disto, não falava nem andava, era analfabeta, óbvio.
Amanhã também não terei as mesmas características,
elas sofrerão mudanças! Onde o Eu? Ao nascer, jovem,
adulta? Se perder a memória continuarei sendo Eu? Se ficar
careca, mudar a cor do cabelo, retirar a vesícula biliar, aprender
uma nova língua, continuarei sendo Eu? O que é o Eu?
Melhor, em que lugar está o meu Eu? No físico, no mental,
no sensorial, no intelectual? Quanto mais especifico o Eu mais dele
me distancio. Dizendo-me mãe, filha, avó, esposa, encontro
meu Eu?
Ufa! Caçar meu Eu é difícil! Preciso porém
continuar, porque só decifrando esta essência, encontro
o sofrimento e posso criar uma trilha que amenize o sofrer e agregue
a felicidade à minha existência com poder igual ou superior
ao do sofrimento.
Espera, Rosa! ( Alerta piscando incessantemente! ) Já pensou
na possibilidade de deixar o Eu de lado e concentrar-se na FELICIDADE?
Olha só, o Eu está agregado ao sofrimento, que como
a morte, é líquido e certo, Aceite-os. O que não
está garantido nas nossas existências? A FELICIDADE!
Então, ocupe-se dela, pense positivo, aja carinhosamente, caminhe
pela vida com esperança e alegria, pratique a gratidão,
a generosidade, a compaixão, a equanimidade. Não consuma
seu tempo naquilo que certamente virá, empregue-o para fazer-se
feliz e, conseqüentemente, promover a felicidade. Aposte no Nós,
sentindo-se parte integrante de tudo e de todos e abrigando tudo e
todos em você. Invista sua energia, neste grande energia que
é viva e mutante. Seja mutação consciente, transmutando
os venenos em virtudes. A vida vem com traços, não os
considere uma obra acabada. Deixá-los como estão é
escolha. Assuma a responsabilidade de vê-los como esboço
e, usando suas características e karma que recebeu como matéria
prima, criar algo novo, melhor, que ponha alegria e seriedade em seus
passos e nas pegadas que deixarão. Faça da idéia
inicial um tema, escreva romance e poema. Assine sua vida certa de
ser a autoria que mais gostou.
Usei o recurso de sair de mim para encontrar um caminho. Cumpliciei
comigo, fiz par, fui Nós. Consegui me concentrar e colocar
um foco no aspecto mais importante desta reflexão: a felicidade.
O apego ao Eu cega. O medo enfurece. O meu imobiliza. Só a
sabedoria dá visão, calma, faz caminhar. E ela surge
a partir do conhecimento, da adesão a idéias que outros
melhores e mais sábios sofreram para formular e nos presentear.
Acrescento minhas vivências a estas idéias e abraço
a vida com esperança, percebendo o tesouro recebido e minha
responsabilidade em fazê-lo maior, mais rico. Abandonando a
compulsão por dissolver o Eu e livrar-me do sofrimento e me
entregando à busca da felicidade, quem sabe um dia me sinta
pura e simplesmente... Sinta pura e simplesmente... Sinta puramente...
Sinta.
Hoje ao acordar sempre repito "Que todos os seres sejam felizes."
E agradeço a Wilson Moura, meu Guru (leia-se Instituto Mahayana),
ao Dharma, à Buddha e à Sangha as luzes verde, amarelo
ouro, azul, vermelha e branca que colorem meu viver."
Rosa Maria Santiago Chalhub - Advogada e Escritora (2005)
"Dor? O que são dores constantes
nas costas, na nuca, na cabeça?
Durante toda a minha vida - e se quiserem saber é bem longa,
tive dores localizadas. Já freqüentei muitos consultórios
médicos e fiz tratamentos diversos. Há um ano, uma artrose
nos meus joelhos foi a causa de muitos tombos. Um deles foi o mais
perigoso. pois caí no meio da rua e fui socorrida por uma médica
que me encaminhou ao Hospital. Tive muita sorte , porque nada sofri.
Como caí e bati com o rosto no asfalto, um hematoma acompanhou-me
durante uns três meses.
Imaginem, vocês! Quando entrava em qualquer lugar, todos me
olhavam como se quisessem inquirir-me.
O que desejo, realmente, é tornar público os efeitos
benéficos do yoga tibetano e da meditação do
Instituto MAHAYANA dirigido por Wilson Moura. Professor com profundos
conhecimentos da matéria, com
muitos anos de experiência sabe transmiti-la bem a seus alunos.
Freqüento esste espaço há uns três meses
e já obtive uma melhora significativa. E para onde foram as
dores? Não sei, sumiram e não fazem mais parte da minha
rotina."
Márcia Marília - Advogada (2006)
"Realizei os 4 Cursos oferecidos no período
de 6 meses e gostaria de agradecer ao Instituto Mahayana pelos imensos
benefícios que adquiri. Entrei um pessoa, e hoje saio outra.
Todos na minha casa notaram a minha alternância de conduta,
principalmente a minha mulher. Foi simplesmente espetacular ouvir
o "Mestre Wilson Moura" verdadeiramente dissecando as peripécias
da nossa mente com enorme paciência e discernimento. Uma fase
de grande conhecimento que agradeço ao Instituto Mahayana.
Sou um cara normal, engenheiro, trabalho numa grande empresa, e pude
constatar um grande avanço na minha capacidade de concentração,
e também na forma de encarar os meus problemas no dia a dia.
Gostaria de finalizar dizendo que já fui um praticante de hatha
ioga durante 7 anos, porém, fiquei maravilhado com as técnicas
de respiração e as posturas corporais desenvolvidas
pelo Wilson. Enfim, espero que muitas pessoas possam se beneficiar
deste especial Programa de Treinamento, que sempre me acompanhará.
O meu eterno obrigado ao Mahayana."
Roberto Manhães - Engenheiro (2006)
Amigo Wilson
Faço este primeiro contacto para registrar meu agradecimento
pelos ensinamentos e apoio recebido na minha estada em Niterói.
Você foi o amigo certo na hora certa. Seus ensinamentos fizeram-me
superar um início de depressão e de exaustão.
Os poucos dias que convivi com o Instituto Mahayana fizeram-me muito
bem e permitiram-me limpar a mente como se tivesse tirado férias
de trinta dias. Sei que tenho que tirar férias, mas estava
mesmo incapacitado para o trabalho e retomei minhas atividades no
mesmo pique de antes, mas com uma consciência sobre mim e sobre
o mundo bem diferente da confusão mental que me encontrava.
Na prática da meditação ainda sou um aprendiz,
mas tenho me esforçado para realizá-la no mesmo horário,
ela é de uma potencialidade que nunca tinha experimentado antes
em nenhuma experiência ou metodologia de apoio anterior. Certo
de que em breve manterei contacto mais prático para tirar algumas
dúvidas, receba o amigo e mestre um grande abraço e
os votos de sucesso e paz em sua vida e em suas iniciativas.
Que todos sejamos felizes.
Carlos Guido Soares Azevedo - Empresário (2006) - Recife -
Pernambuco
Mestre Wilson, muito bom revê-lo
(ainda que virtualmente!!!) Muito tem me valido suas palavras e meus
descobrimentos sobre mim mesmo e sobre o percepto de nossas realidades.
Isso tem me valido muitas reflexões e se traduzido em muitos
pensamentos que agora tento dividir e aplicar nos meus estudos. A
princípio era tudo incompatível e não-científico,
mas agora... parece tudo tão encaixado... tantos estão
acordando para as visões menos materialistas (ou talvez menos
ilusórias...) que parece mesmo uma Nova Era! Será que
essa será a era do conhecimento? Será que essa é
a ruptura que faremos no paradoxo materialXespiritual? e por sobre
o qual reconstruiremos sua complexidade indissociável? Será
que é nessa era que nós acordaremos de nosso sono inconsciente
para uma vida mais reflexiva e atenta? Grande Abraço!
Laffayete de Souza Alvares Jr - Bibliotecário, M Sc (2007)
- Niterói